Não entendo porque
tanta dor,
a vida parece ser fácil,
porém, todo mundo reclama;
os humanos pensam que o amor
está limitado a uma cama.
Com tanta preocupação inútil,
esquecem do mais importante,
lamentam a falta de tempo,
inventam algum valor fútil,
amarguram-se em sofrimento.
Eu vejo a vida passar calma
sem encontrar nenhum problema;
tenho pouco tempo de vida
e não irei sacrificar a alma
reclamando que estou esquecida.
Acho graça nesses humanos:
levam a vida muito a sério,
interrogam o seu futuro,
nunca querem mudar os planos
em seu caminho longo e duro.
O que me deixa impressionada
é o modo como se comportam:
mudam como mudam de roupa,
ninguém fica sem vestir nada,
pois a sua pele é muito pouca.
Enquanto o feroz tempo passa,
os humanos vão se perdendo,
poucos conseguem se encontrar;
eu me pergunto se essa raça
sabe o que realmente é amar.
Não mostram os seus sentimentos,
eles se escondem em seu medo,
entretanto querem ser vistos;
concluo com os meus pensamentos
que esses humanos são esquisitos.
Também acho muito engraçado
o modo que tratam os filhos;
querem que eles façam o certo,
enquanto fazem tudo errado,
além de não estarem por perto.
Acho que a culpa é da solidão,
para os humanos terem medo;
dizem ser a raça racional,
mas não têm nada no coração,
e dizem que eu sou o animal.
Os humanos têm que aprender
que a vida pode ser mais simples;
não usarei meu tempo precioso
ensinando-os como viver,
pois já sou feliz com o meu osso.
Minnie encontrar-se no e-book Vênus, disponível para download no blog.
ResponderExcluirum animal sabe ser simples, diferente do homem que tudo complica, muito bom Fred! um beijo
ResponderExcluirAh, como tenho aprendido que isso é profundamente verdadeiro, Fred! Em plena sintonia com a sua poesia hoje.
ResponderExcluirBeijos,
Limerique
ResponderExcluirO homem esse eterno descontente
É um ser belicoso, impertinente
Não está bem com vida
Na sua eterna corrida
E ainda se acha bicho inteligente.
é o aparte que nos cabe neste latifúndio,
ResponderExcluirabraço
"Sua pele é muito pouca", tão pouca...
ResponderExcluirBeijo!
Quanto mais leio esse poema, mais dou valor ao meu cachorro!
ResponderExcluirLimerique
ResponderExcluirMeu Deus! Lá vem um homem, socorro!
Tenho medo dele que quase morro
O homem é satanás
Que finge ser veraz
Entre ele e cão prefiro cachorro.
É, meu amigo...
ResponderExcluirBjos!
Apoiado: a vida é tão breve e rara... por que complicar e não vivê-la simplesmente?
ResponderExcluirGostei dos versos de alerta.
Beijo carinhoso.
Quanto mais conheço os homens, mais admiro os cães...
ResponderExcluirSalvo raras exceções, somos irracional e tristemente complicados.
Beijo.
E mais simples a vida seria se semeassem a paz em todos os cantos.
ResponderExcluirsabedoria simples!
ResponderExcluirMe rendo à Freud Caju! Vou baixar o e-book =)
ResponderExcluirAdorei as suas "máximas".Faço coro com você Fred Caju.
ResponderExcluirHumanos(adultos,então)são esquisitos,são bizarros.
Obrigada por sua visita porreta.:)
Um beijo
E.T.
Vou baixar, obrigada.
Ahhhhhhh *-*
ResponderExcluirAgora fiquei com vontade de ler o e-book de novo!
Poema Lindo, Lindo, Lindo Caju.
:*
Bom demais, Fred!
ResponderExcluirOs cachorros são as mais sábias criaturas!
ResponderExcluirBjos
Sim, a culpa é da solidão - onde nasce a poesia.
ResponderExcluirEu culparia mais o egoísmo do que a solidão... mas, quem sabe é o cão hahahaha!!
ResponderExcluirAquele abraço!
AMEI!
ResponderExcluirNem tenho o que dizer.
rs...
boa semana pra ti e se animar,
tô em cartaz com "Cachorros não sabem blefar"
sexta e sábado ás 21 hrs e domingo ás 20 hrs
no Esquyna no sagrada família. Bora lá? Se animar.
Boa semana!
Olá.
ResponderExcluirGostei muito de seu blog,parabéns.
Sabia que agora seu blog pode aparecer em um portal,isso mesmo,o Portal Teia,um portal só de blogs de qualidade.
Se quiser participar é só nos fazer uma visitinha.
Até mais