Sentei aqui diante do computador com aquela coisa que a gente sente quando precisa escrever, que não sei definir se boa ou ruim. Deve ser parecido com cócegas, a gente ri e dói. Te juro, a palavra suplício estava na ponta da língua rs!
Lembrei do Rubem Alves: "Muito antes da psicanálise, os poetas o sabiam. Os poetas buscam as palavras que moram no silêncio. A poesia é um mergulho no lago misterioso, um atravessar do espelho, para longe do engano da superfície dos reflexos, para dentro das funduras onde as palavras nascem e vivem... "
escrever dói demais sangra, arranha cada palavra uma contração por que escrevo, então? para expurgar,limpar as impurezas purificar
uma folha de papel em branco um dedo que circula no ar não pense que sou doida mas tenho que gravar senão neste, em qualquer lugar a mente pode me trair desse momento não mais lembrar
tenho que escrever tenho que reter tenho que purgar
Oi Caju! Parafraseando Drummond: "Lutar com palavras é luta vão, no entanto luto mal rompe a manhã..." É...luta difícil.... mas quem disse que a beleza era fácil???
Ainda, ou sempre, poeta encontra-se no e-book Consumo Imediato, disponível para download no blog.
ResponderExcluirSentei aqui diante do computador com aquela coisa que a gente sente quando precisa escrever, que não sei definir se boa ou ruim. Deve ser parecido com cócegas, a gente ri e dói. Te juro, a palavra suplício estava na ponta da língua rs!
ResponderExcluirMil beijos, Fred
Ser viciado em escrever versos é uma virtude!
ResponderExcluirSempre poeta!
ResponderExcluirSuplicio: dor que sal ti ta!!
ResponderExcluirBeijoss
Limerique
ResponderExcluirA vida não teria a menor graça
Sem nada fazer sentado na praça
Dobremos o universo
Colocando-o em versos
Assumamos: é a nossa cachaça.
ofício, vício, suplício: eis a tríade,
ResponderExcluirabraço
se eu parar de produzir essa droga morro!
ResponderExcluirÉ como uma expurga emocional...
ResponderExcluirBeijo
novos suplícios acalentam novos poemas, novos poemas, novos suplícios, e o ciclo continua...
ResponderExcluirPoeta é isso: até na des-inspiração encontra versos que lhe cabem...
ResponderExcluirBom fim de semana.
Beijo carinhoso.
"novo suplício" de voar e voar e voar...
ResponderExcluirBela sina, a tua!
ResponderExcluirSempre poeta.
ResponderExcluirsempre.
ResponderExcluirLembrei do Rubem Alves: "Muito antes da psicanálise, os poetas o sabiam. Os poetas buscam as palavras que moram no silêncio. A poesia é um mergulho no lago misterioso, um atravessar do espelho, para longe do engano da superfície dos reflexos, para dentro das funduras onde as palavras nascem e vivem... "
ResponderExcluirobrigada pela visita! aqui também é massinha. (:
ResponderExcluirtantas definições que aproximam do ato e correm atrás do sentido...
ResponderExcluiradorei!!!
Fred, aqui estou retribuindo sua visita e me envolvendo com seu espaço, estou seguindo...
Um abraço carinhoso
esses poemas pequenos cheios de propriedade...
ResponderExcluirpoesia é parir tembém.
belo ofício
ResponderExcluirCom a licença do amigo Assis, repito o comentário que ele fez:
ResponderExcluir"ofício, vício e suplício, eis a tríade", do sempre poeta.
Beijos!
ResponderExcluirescrever dói demais
sangra, arranha
cada palavra uma contração
por que escrevo, então?
para expurgar,limpar as impurezas
purificar
uma folha de papel em branco
um dedo que circula no ar
não pense que sou doida
mas tenho que gravar
senão neste, em qualquer lugar
a mente pode me trair
desse momento não mais lembrar
tenho que escrever
tenho que reter
tenho que purgar
Beijos.
e como dói... mas é bommmmm!
ResponderExcluirBj grande, grande poeta
Olá, sábio amigo Fred!
ResponderExcluirO sacrifício do poeta é recompensado com a beleza de sua arte.
Poema belo, e, apesar de pequeno, contém grande sabedoria.
Parabéns pelo alumbramento!
Abraços!
Se o suplício acaba em poesia então valeu o sacrifício.
ResponderExcluirBjos!
bem assim mesmo, caro poeta!
ResponderExcluir[tenho andado relapsa com as - boas - leituras... mas sempre q puder, venho aqui!]
um beijo
Doce vício este nosso, né caro amigo?
ResponderExcluirBjos no coração e admiração, sempre!
Agora, tá de bom tamanho...
ResponderExcluirPo-e-ta!
"novo poema, novo suplício"...
ResponderExcluirBem isso. Os meus nascem sempre da dor, nem que seja da cãibra do sorriso de felicidade..
Belo, belo Fred !!
ResponderExcluirAbraço, abraço. :)
Achei que vc era aqui de Minas! rs
ResponderExcluirbjo e boa semana!
Oi Caju!
ResponderExcluirParafraseando Drummond: "Lutar com palavras é luta vão, no entanto luto mal rompe a manhã..."
É...luta difícil.... mas quem disse que a beleza era fácil???
Beijos!
Ps. Apareça no blog...
eu não sou poeta, mas concordo. aliás, o suplício é inevitável, né não?
ResponderExcluirgostei muito.
um beijo
e que seja só o início...
ResponderExcluirpara o nosso benefício!
;)