O sol aparenta
temer
esse encontro com os olhos
do destemido sonhador,
que não evita conflitos.
O céu fica nublado,
sopra, então, o vento:
uma nuvem protege
o sol por um momento;
um instante de paz:
trégua no firmamento.
A nuvem segue seu caminho,
outra vez o sol lutará
contra o olhar do sonhador,
que se liberta de seus medos.
Em nenhum dos seus sonhos,
ele nunca pensara
em desarmar o sol
com honra: cara a cara;
mas o tempo alerta:
essa luta não para.
A manhã não estava quente,
porém, tudo estava claro:
o sol não bate em retirada
até que a noite lhe devore.
A luz solar e simples,
bendita e cruel
mostrava seu reinado;
suserano do céu,
o sol marca seus súditos
como tinta no papel.
O sol que vem do poente encontra-se completo no e-book homônimo, disponível para download no blog.
ResponderExcluirser súdito para desarmar o astro rei com poesia.
ResponderExcluirbelo e fluido.
abraço, fred.
Sol e soul!
ResponderExcluirLindo poema!!
Muita paz!
Sonhos que enfrentam desafios e senhores.
ResponderExcluirLer isto nas primeiras horas do dia,
ResponderExcluirestimula os olhos a venerar o sol
e sua tregua, pra chegar a calada
noite fria (que tudo fala).
Belo poema.
A luta sentida
ResponderExcluirEntre o sol e escuridão
Dá-nos a vida.
Não existe anominato diante da luz e da escrita ( poesia).
ResponderExcluirBelo poema!
Abraços,
Pra iluminar o feriado: sol e poesia solar,
ResponderExcluirBjkas
Here comes the sun...
ResponderExcluirBonito, viu?
Bjos!
o sol marca na pele com alvíssaras de luz,
ResponderExcluirabraço
deixa o sol te ver
ResponderExcluirdeixa o sol te ver
Bonito. Sim, o sol é uma tinta brilhante.
ResponderExcluirBeijo, Fred.
Esse blog sempre me dá água na boca rsrss
ResponderExcluirMas, falando de poesia, ela me lembra algo, momentos que não voltam mais. Estou nesse caminho agora... de ficar cara a cara com o sol, entre outras tantas coisas, que podem queimar-me bem mais.
Belíssimo o visual do seu blog. Adoro caju: o cheiro, sabor, a forma... E ele me dá o suco preferido.
ResponderExcluirFeito caju, linda, vermelha e forte, vem a tua poesia.
Bendito seja o sol, astro-rei, nas palavras do poeta.
Boa noite!
um expressionismo de quadros, ao mesmo tempo em q uma sequência tipicamente cinematográfica...
ResponderExcluirunidos os dois: tua poesia sempre [desde a primeira vez q cheguei aqui] tão bela!
abraço
Obrigada por esclarecer aquilo da "Porrada " :))
ResponderExcluir"O sol marca na pele" ...e como!
Beijo de luz
até que a noite o devore, ao som de bob dylan!
ResponderExcluirah que lindo.
Grande Fred Caju,
ResponderExcluirEncantado fiquei com teu blog e seus poemas. É a primeira vez que venho aqui e voltarei sempre. Tudo em seu blog é encantador. As frutas, os versos. Parabéns. Gostaria que me desses a alegria de tua presença em http://emaranhadorufiniano.blogspot.com
Seus comentários me deixariam muito feliz. Já lhe sigo com um imenso prazer.
Grande abraço!!!
o clima aqui é sempre acolhedor...gosto mto :)
ResponderExcluirbjos no coração!
"Here cames the sun"... passou por aqui também!
ResponderExcluirAbraço,
Araceli Sobreira
Fred, a ideia do Castanha Mecânica é excelente, mas não consegui comentar, falta-me uma senha que não sei qual é...
ResponderExcluirDe qq modo, parabéns pela iniciativa.
Beijo pra você.
Poema perfeito fiquei muito encantada com seu blog
ResponderExcluirparabéns!
'o sol não bate em retirada
até que a noite lhe devore'.
http://alguemparaconversa.blogspot.com.br/
Oii querido. Vim conhecer seu blog :)
ResponderExcluirGostei do poema, estou te seguindo!
Vou entrar lá no site que você pediu.
Tenha um ótimo dia.
Beijos
Óh sol, não tema ao olhar do sonhador. A sua luz só irá fortalecê-lo e enchê-lo ainda mais de luz! As nuvens podem escondê-lo, mas elas passam ou se desmancham. Seus raios podem ficar ofuscados, mas nunca apagados.
ResponderExcluirBjos, Fred!
Belo!
ResponderExcluirA última estrofe... que delícia!...
Gostei muito da metáfora comparativa ;)
Beijos =)
... Fiquei curiosa... vou conhecer a Castanha!...
BRILHANTE!!
ResponderExcluirTeus poemas sempre formam uma tela pincelada a medida que passamos os olhos em seus versos.
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